sábado, 8 de maio de 2021

LITURGIA E HOMILIA DIÁRIA - Evangelho: Marcos 16,15-20 - 16.05.2021

Liturgia Diária


16 – DOMINGO  

ASCENSÃO DO SENHOR


(branco, glória, creio, prefácio da Ascensão – ofício da solenidade)



Homens da Galileia, por que estais admirados, olhando para o céu? Este Jesus há de voltar, do mesmo modo que o vistes subir, aleluia! (At 1,11)


Celebremos a Ascensão do Senhor, sua volta para o convívio do Pai. Sentado à direita de Deus, Jesus continua a olhar pela humanidade, que também caminha para a glória. Ao longo dessa caminhada, a Igreja reafirma seu compromisso de anunciar o Evangelho com os meios modernos de comunicação, indo ao encontro das pessoas onde elas estão.


Evangelho: Marcos 16,15-20


Aleluia, aleluia, aleluia.


Ide ao mundo, ensinai aos povos todos; / convosco estarei, todos os dias, / até o fim dos tempos, diz Jesus (Mt 28,19s). – R.


Conclusão do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, Jesus se manifestou aos onze discípulos 15e disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! 16Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. 17Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas; 18se pegarem em serpentes ou beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal algum; quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados”. 19Depois de falar com os discípulos, o Senhor Jesus foi levado ao céu e sentou-se à direita de Deus. 20Os discípulos então saíram e pregaram por toda parte. O Senhor os ajudava e confirmava sua palavra por meio dos sinais que a acompanhavam. – Palavra da salvação.

Fonte https://www.paulus.com.br/


Reflexão - Evangelho: Marcos 16,15-20

«O Senhor Jesus foi levado ao céu e sentou-se à direita de Deus»


Fray Lluc TORCAL Monje del Monastério de Sta. Mª de Poblet

(Santa Maria de Poblet, Tarragona, Espanha)

Hoje, nesta solenidade, é-nos oferecida uma palavra de salvação como nunca poderíamos ter imaginado. O Senhor Jesus não só ressuscitou, vencendo a morte e o pecado, mas foi também elevado à glória de Deus! Por isso, o caminho de regresso ao Pai, aquele caminho que tínhamos perdido e que se nos abria no mistério do Natal, ficou irrevogavelmente oferecido no dia de hoje, depois de Cristo se ter dado inteiramente ao Pai na Cruz.


Oferecido? Sim, oferecido! Porque o Senhor Jesus, antes de ser elevado ao céu, enviou os seus amados discípulos, os Apóstolos a convidar todos os homens a acreditar n’Ele, para poderem chegar onde Ele está. «Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda a criatura! Quem crer e for baptizado será salvo» (Mc 16,15-16).


Esta salvação que se nos dá consiste, afinal, em viver a própria vida de Deus, como diz o Evangelho segundo S. João: «Esta é a vida eterna: que Te conheçam a ti, o Deus único e verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que enviaste» (Jo 17,3).


Mas aquilo que se dá por amor deve ser aceite com amor para ser recebido como dom. Pois Jesus Cristo, a quem não vimos, quer que lhe ofereçamos o nosso amor através da nossa fé, que recebemos escutando a palavra dos seus ministros, que realmente podemos ver e sentir. «Nós acreditamos naquele que não vimos. Anunciaram-no aqueles que o viram. (...) Quem prometeu é fiel e não engana: não te falte confiança, mas espera antes na sua promessa. (...) Conserva a fé! (Santo Agostinho). Se a fé é uma oferta de amor a Jesus Cristo, conservá-la e fazê-la crescer aumenta em nós a caridade.


Ofereçamos, então, ao Senhor a nossa fé!

Fonte https://evangeli.net/


A MISSÃO DOS DISCÍPULOS Mc 16,15-20

HOMILIA


O anúncio do “Evangelho” obriga os homens a uma opção. Quem aderir à proposta que Jesus faz, chegará à vida plena e definitiva; mas quem recusar essa proposta, ficará à margem da salvação. A tarefa que os discípulos são chamados a fazer vai atingir não só os homens, mas “toda a criatura”.


Tornar-se discípulo é, em primeiro lugar, aprender os ensinamentos de Jesus – a partir das suas palavras, dos seus gestos, da sua vida oferecida por amor.


É um tremendo desafio testemunhar, hoje, no mundo os valores do “Reino” . Com freqüência, os discípulos de Jesus são objetos da irrisão e do escárnio dos homens, porque insistem em testemunhar que a felicidade está no amor e no dom da vida; com freqüência, os discípulos de Jesus são apresentados como vítimas de uma máquina de escravidão, que produz escravos, alienados, vítimas do obscurantismo, porque insistem em testemunhar que a vida plena está no perdão, no serviço, na entrega da vida.


A missão que Jesus confiou aos discípulos é uma missão universal: as fronteiras, as raças, a diversidade de culturas, não podem ser obstáculos para a presença da proposta libertadora de Jesus no mundo. Tenho consciência de que a missão que foi confiada aos discípulos é uma missão universal? Tenho consciência de que Jesus me envia também a todos os homens – sem distinção de raças, de etnias, de diferenças religiosas, sociais ou econômicas – a anunciar-lhes a libertação, a salvação, a vida definitiva? Tenho consciência de que sou responsável pela vida, pela felicidade e pela liberdade de todos os meus irmãos – mesmo que eles habitem no outro lado do mundo?


O confronto com o mundo gera muitas vezes, nos discípulos, desilusão, sofrimento, frustração. Nos momentos de decepção e de desilusão. Como tenho reagido? Se ainda algum dia tiver de chorar, consolar-me-á a certeza da presença de Jesus: “eu estarei convosco até ao fim dos tempos”. Esta certeza deve nos alimentar e encorajar no testemunho d’Aquele que nos envia e em quem acreditamos: Jesus Cristo nosso Senhor!

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

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Mensagens de Fé

sexta-feira, 7 de maio de 2021

LITURGIA E HOMILIA DIÁRIA - Evangelho: João 16,23-28 - 15.05.2021

Liturgia Diária


15 – SÁBADO  

6ª SEMANA DA PÁSCOA*


(branco – ofício do dia)



Povo resgatado por Deus, proclamai suas maravilhas: ele vos chamou das trevas à sua luz admirável, aleluia! (1Pd 2,9)


O evangelizador rompe distâncias, fortalece a comunidade e suscita nela novos líderes. Amados por Deus, aprendamos a descobrir e valorizar novos agentes para os vários serviços pastorais.


Evangelho: João 16,23-28


Aleluia, aleluia, aleluia.


Saí do Pai e vim ao mundo, / eu deixo o mundo e vou ao Pai (Jo 16,28). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 23“Em verdade, em verdade vos digo, se pedirdes ao Pai alguma coisa em meu nome, ele vo-la dará. 24Até agora nada pedistes em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa. 25Disse-vos estas coisas em linguagem figurativa. Vem a hora em que não vos falarei mais em figuras, mas claramente vos falarei do Pai. 26Naquele dia pedireis em meu nome, e não vos digo que vou pedir ao Pai por vós, 27pois o próprio Pai vos ama, porque vós me amastes e acreditastes que eu vim da parte de Deus. 28Eu saí do Pai e vim ao mundo; e novamente parto do mundo e vou para o Pai”. – Palavra da salvação.

Fonte https://www.paulus.com.br/


Reflexão - Evangelho: João 16,23-28

«Eu saí do Pai (...) e vou para o Pai»


Rev. D. Xavier ROMERO i Galdeano

(Cervera, Lleida, Espanha)

Hoje, na véspera da festa da Ascensão do Senhor, o Evangelho deixa-nos com palavras afetuosas de despedida. Jesus dá-nos a partilhar o seu mistério mais precioso; Deus Pai é a sua origem e, ao mesmo tempo, o seu destino: «Eu saí do Pai e vim ao mundo. De novo, deixo o mundo e vou para o Pai» (Jo 16,28).


Esta verdade, relativa à Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, não deveria jamais deixar de ressoar nos nossos corações: realmente, Jesus é o Filho de Deus; o Pai Divino é a sua origem e, ao mesmo tempo, o seu destino.


Para aqueles que julgam saber tudo sobre Deus, mas duvidam da filiação divina de Jesus, o Evangelho de hoje tem algo importante a lembrar-lhes: “Aquele” a quem os judeus chamam Deus é quem enviou Jesus; é, portanto, o Pai dos crentes. Com isto se diz, claramente, que Deus só se pode conhecer verdadeiramente se se aceitar que Ele é o Pai de Jesus.


E esta filiação divina de Jesus recorda-nos outro aspecto, fundamental para a nossa vida: nós, os batizados, somos filhos de Deus em Cristo pelo Espírito Santo. Aqui se esconde, para nós, um mistério belíssimo: esta paternidade divina adotiva, de Deus para cada homem, distingue-se da adoção humana na medida em que tem um fundamento real em nós, já que pressupõe um novo nascimento. Portanto, quem foi introduzido na grande Família divina já não é um estranho.


Por isso recordamos, na Oração Coleta da Missa do dia da Ascensão, que como filhos temos seguido os passos do Filho: «Deus onipotente, fazei-nos exultar em santa alegria e em filial ação de graças, porque a ascensão de Cristo, vosso Filho, é a nossa esperança: tendo-nos precedido na glória como nossa Cabeça, para aí nos chama como membros do seu Corpo». Finalmente, nenhum cristão deveria aceitar “despendurar-se”, pois tudo isto é mais importante que participar em qualquer corrida ou maratona, já que a nossa meta é o Céu, o próprio Deus!

Fonte https://evangeli.net/


PEDI E RECEBEREIS Jo 16,23b-28

HOMILIA


A preocupação de Jesus neste Evangelho nos revela que talvez os discípulos não estivessem acostumados a rezar em nome de Jesus. Daí: se vocês pedirem ao Pai alguma coisa em meu nome, ele lhes dará. Até agora vocês não pediram nada em meu nome; peçam e receberão para que a alegria de vocês seja completa.


Depois, Jesus lança um olhar ao passado, para dizer que se serviu de palavras e imagens, que encerravam um significado profundo, que nem sempre os discípulos podiam compreender. Mas, de futuro, depois da páscoa, as suas palavras serão compreendidas e atingirão o íntimo dos corações, graças à intervenção do Espírito Santo.


A oração será o «lugar» onde os discípulos conhecerão a relação profunda que existe entre Jesus e o Pai, e de Jesus e do Pai com eles. O perfeito entendimento no amor e na fé com Jesus, fará com que a oração dos discípulos seja feita de modo conveniente e, por isso, aceite pelo Pai.


Pedir em nome de Jesus significa pedir em união de vontade com ele. Pedir tudo o que é necessário para a realização da vontade do Pai. O convite ao pedir, dirigido aos discípulos, dá-lhes responsabilidade e integra-os no dinamismo da missão. Com a iniciativa do pedir, o discípulo integra-se no plano libertador e vivificante de Deus. E com a certeza do atendimento de seu pedido pelo Pai, fortalece sua esperança e perseverança na luta, em completa alegria. Jesus falará com clareza, aos discípulos, através do Espírito da Verdade, que enviará. Completa-se a sua missão: ele saiu do Pai, veio ao mundo e, agora, deixa o mundo e vai para o Pai. Quem está em união com Jesus e, nele, com o Pai, participa de uma só vontade. O seu pedir é a realização da vontade do Pai. Em união com Jesus, vive-se o amor na comunidade, a oração e a missão de servir os pobres em suas necessidades e seus direitos.


A vinda do Espírito Santo inaugurará um tempo novo no qual poderão dirigir-se ao Pai em nome de Jesus, porque o seu Senhor, em força da sua passagem para o Pai, se tornou verdadeiro mediador entre Deus e os homens.


Ó Jesus: Tu ensinas-me a pedir em teu nome, a fazer minha a tua causa, a ver o mundo com os teus olhos, e dar-me como Tu te deste ao Pai pelos homens. Como estou longe de tudo isso! É por essa razão que tantas vezes me sinto desiludido na minha oração, e desanimo no meu apostolado e no serviço aos meus irmãos. Olha, Jesus, com piedade, as minhas veleidades em Te servir. Vem ao encontro das minhas ilusórias esperanças de gratificação. Ampara-me, purifica-me. Dá-me um coração semelhante ao teu. Dá-me o impulso desinteressado do teu amor. Ajuda-me a amar Contigo e como Tu. Amen.

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

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Mensagens de Fé

quinta-feira, 6 de maio de 2021

LITURGIA E HOMILIA DIÁRIA - Evangelho: João 15,9-17 - 14.05.2021

Liturgia Diária


14 – SEXTA-FEIRA  

SÃO MATIAS, APÓSTOLO


(vermelho, glória, pref. dos apóstolos, – ofício da festa)



Não fostes vós que me escolhestes. Fui eu que vos escolhi e vos enviei para produzirdes fruto, e o vosso fruto permaneça, aleluia! (Jo 15,16)


Para substituir Judas Iscariotes, foi escolhido Matias. Sua eleição ocorreu em clima de oração e invocação do Espírito Santo. Nesse mesmo clima de fé, deixemo-nos orientar pelo Senhor, que conhece o coração de todos.


Evangelho: João 15,9-17


Aleluia, aleluia, aleluia.


Eu vos designei para que vades e deis frutos, / e o vosso fruto permaneça (Jo 15,16). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 9“Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. 11E eu vos disse isso para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena. 12Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. 13Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. 14Vós sois meus amigos se fizerdes o que eu vos mando. 15Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. 16Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto, e o vosso fruto permaneça. O que então pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá. 17Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros”. – Palavra da salvação.

Fonte https://www.paulus.com.br/


Reflexão - Evangelho: João 15,9-17

«Eu vos disse isso, para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa»


+ Rev. D. Josep VALL i Mundó

(Barcelona, Espanha)

Hoje, a Igreja recorda o dia em que os Apóstolos escolheram o discípulo de Jesus que devia substituir Judas Iscariotes. Como nos diz acertadamente S. João Crisóstomo numa das suas homilias, na hora de eleger pessoas que gozarão de uma certa responsabilidade podem ocorrer rivalidades ou discussões. Por isso, S. Pedro «se desentende das invejas que poderiam ter surgido», deixa à sorte, à inspiração divina e evita assim essa possibilidade. Na continuação diz este Padre da Igreja: «É que as decisões importantes muitas vezes originam desgostos».


No Evangelho deste dia, o Senhor fala aos Apóstolos acerca da alegria que devem ter: «para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa» (Jn 15,11). Na verdade, o cristão, tal como Matias, viverá feliz, com uma alegria serena, se assumir os diversos acontecimentos da vida à luz da graça da filiação divina. De outro modo, acabaria por se deixar levar por falsos desgostos, por invejas néscias ou por preconceitos de qualquer tipo. A alegria e a paz são sempre fruto da abundância de entrega apostólica e da luta por alcançar a santidade. É o resultado lógico e sobrenatural do amor a Deus e do espírito de serviço ao próximo.


Romano Guardini escreveu: « A fonte da alegria encontra-se no mais profundo do interior da pessoa (…). Aí reside Deus. Então a alegria dilata-se e faz-nos luminosos. E tudo aquilo que é belo é recebido em todo o seu esplendor». Quando não estivermos contentes, temos de saber rezar como S. Tomás More: «Meu Deus, concedei-me o sentido de humor para que saboreie a felicidade na vida e consiga transmiti-la aos outros». Não esqueçamos o que também Sta. Teresa de Jesus pedia: «Meu Deus, livrai-me dos santos de cara triste, pois um santo triste é um triste santo».


O MANDAMENTO DO PAI Jo 15,9-17

HOMILIA


Jesus continua se despedindo dos seus discípulos. No texto de hoje ele insiste que permaneçamos no Seu amor. E propõe como mandamento novo o amor. Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos. Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando.


Assim como Ele por amor se tornou nosso amigo de verdade, assim nos convida a fazer o mesmo. Que todos continuemos unidos à Ele por meio do Seu próprio amor. E nele e por ele, a sermos amigos uns dos outros, a amar-nos uns aos outros. E é importante lembrar que amar uns aos outros não é apenas em palavras.


A iniciativa, porém, é de Jesus: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi”. A afirmação se refere à proposta mais do que ao mandamento. Isto é: o amor partiu de mim, não de vocês. Desse amor se desprende a vitalidade e a amplidão da sua missão. Baseada nisso, a resposta dos discípulos se torna fecunda em frutos duradouros. Assim como os discípulos, a nossa oração ao Pai também será ouvida, porque é feita em nome de Cristo, isto é, na circulação desse seu amor-dom, e não na estreiteza egoísta das nossas visões e intenções. Por isso, precisamos acolher o apelo de São Tiago 2,17: se alguém tivesse o dom da profecia, falasse a língua dos anjos, penetrasse todos os mistérios, tivesse toda a fé ao ponto de transportar montanhas, desse seu corpo para ser queimado em praça pública ou distribuísse toda sua fortuna entre os pobres, se não tivesse caridade, nada disso lhe serviria. Portanto exige-se de todos nós sermos cristãos de verdade.


Precisamos estabelecer uma relação VERTICAL, assim como abraça seu irmão que está ao seu lado na HORIZONTAL, formando uma cruz. O Cristão é uma pessoa diferente, porque tem um sorriso sincero, sua forma de agir e reagir é autêntica. Sem exageros, sem bajulações, sem falsidade, sem nenhum interesse, sem medir esforço quando vai prestar uma ajuda, sempre correto nas suas considerações ou avaliações. O seu “NÃO” é sempre um “não”. E o seu “SIM” é sempre um “sim”, pois nunca promete o que não pode cumprir. Ou seja, é aquele verdadeiro amigo não apenas da hora da festa, mas também da hora do velório. Ele é parecido com os nossos pais. Ele observa nossos defeitos, nos alerta sobre os mesmos, mas em seguida nos perdoa, pois nos aceita como nós somos na realidade, mas não poupa esforço para nos ajudar e nos corrigir. O cristão é aquele que sempre deseja para o outro o mesmo que deseja para si, não se preocupando com lucro, ou glória pessoal. Ser cristão é tentar imitar a Cristo, seguindo seus ensinamentos. Ser cristão é estar na amizade com Cristo. Mas, sem querer guardar Cristo só para si. Pois o Cristão de verdade é aquele que leva Cristo até o seu irmão através de bons exemplos, através da explicação da mensagem de Jesus, através da correção fraterna e de mãos estendidas.


É amando o próximo como a nós mesmos que estaremos cumprindo o mandamento do amor de Deus.

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

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Mensagens de Fé

quarta-feira, 5 de maio de 2021

LITURGIA E HOMILIA DIÁRIA - Evangelho: João 16,16-20 - 13.05.2021

Liturgia Diária


13 – QUINTA-FEIRA  

6ª SEMANA DA PÁSCOA*


(branco – ofício do dia)



Ó Deus, quando saístes à frente do vosso povo, abrindo-lhe o caminho e habitando entre eles, a terra estremeceu, fundiram-se os céus, aleluia! (Sl 67,8s.20)


Às vezes é necessário ao evangelizador mudar o método de pregação e o seu público, para que o Evangelho seja anunciado a todos. Professemos com a fé e testemunhemos com as obras a alegria da ressurreição do Senhor.


Evangelho: João 16,16-20


Aleluia, aleluia, aleluia.


Eu não vos deixarei órfãos: / eu irei, mas voltarei, / e o vosso coração muito há de se alegrar (Jo 14,18). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 16″Pouco tempo ainda e já não me vereis. E outra vez pouco tempo e me vereis de novo”. 17Alguns dos seus discípulos disseram então entre si: “O que significa o que ele nos está dizendo: ‘Pouco tempo e não me vereis, e outra vez pouco tempo e me vereis de novo’, e: ‘Eu vou para junto do Pai’?” 18Diziam, pois: “O que significa esse pouco tempo? Não entendemos o que ele quer dizer”. 19Jesus compreendeu que eles queriam interrogá-lo; então, disse-lhes: “Estais discutindo entre vós porque eu disse: ‘Pouco tempo e já não me vereis, e outra vez pouco tempo e me vereis’? 20Em verdade, em verdade vos digo, vós chorareis e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará. Vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria”. – Palavra da salvação.

Fonte https://www.paulus.com.br/


Reflexão - Evangelho: João 16,16-20

«Vossa tristeza se transformará em alegria»


Rev. D. Joan Pere PULIDO i Gutiérrez

(Sant Feliu de Llobregat, Espanha)

Hoje contemplamos mais uma vez a palavra de Deus com a ajuda do evangelista João. Nestes últimos dias da Páscoa sentimos uma inquietação especial por viver esta palavra e entendê-la. A mesma inquietação dos primeiros discípulos que se expressa profundamente nas palavras de Jesus —«Um pouco de tempo, e não mais me vereis; e mais um pouco, e me vereis de novo» (Jo 16,16)— concentra a tensão de nossas inquietações de fé, da busca de Deus em nosso dia a dia.


Os cristãos do século XXI sentimos essa mesma urgência que os cristãos do primeiro século. Queremos ver Jesus, precisamos experimentar a sua presença em meio de nós para reforçar a nossa fé, esperança e caridade. Por isso, sentimos tristeza ao pensar que Ele não esteja entre nós, que não podamos sentir e tocar sua presença, sentir e escutar sua palavra. Mas essa tristeza se transforma em alegria profunda quando experimentamos sua presença segura entre nós.


Essa presença, era recordada pelo Papa João Paulo II na sua última Carta encíclica Ecclesia de Eucharistia, concretiza-se —especificamente— na Eucaristia: «A Igreja vive da Eucaristia. Esta verdade não exprime apenas uma experiência diária de fé, mas contém em síntese o próprio núcleo do mistério da Igreja». Ela experimenta com alegria, como se realiza constantemente, de muitas maneiras, a promessa do Senhor: `Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo’ (Mt 28,20). (...) A Eucaristia é mistério de fé, e ao mesmo tempo, “mistério de luz”. Quando a Igreja a celebra, os fiéis podem reviver, de algum jeito a experiência dos discípulos de Emaús: «Então se lhes abriram os olhos e o reconheceram (Lc 24,31)».


Peçamos a Deus uma fé profunda, uma inquietação constante que se sacie na Eucaristia, ouvindo e compreendendo a Palavra de Deus; comendo e saciando a nossa fome no Corpo de Cristo. Que o espirito Santo enche de sua luz a nossa busca de Deus.

Fonte https://evangeli.net/


A VOSSA TRISTEZA SE CONVERTERÁ EM ALEGRIA Jo 16,16-20

HOMILIA


Olá, cá estou mais uma vez para te dirigir uma palavra que não é minha mas sim do próprio Jesus. Diante da situação que estás passando Jesus diz no Evangelho de hoje: Vós chorareis e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria.


Gostaria que meditasses bem no que estas palavras significam. A tua tristeza se converterá em alegria. Com fé, confiança, esperança entrega-te a Deus. Pois Jesus vai subir para o Seu e o nosso Pai. Para o Seu e nosso Deus. Pare de te maltratar e chorar. Preste atenção nestas palavras de Jesus: A vossa tristeza se transformará em alegria! É promessa de Deus, na pessoa do Seu próprio Filho Nosso Senhor Jesus Cristo. Daí que seja uma realidade na vida de todos aqueles que creem em Jesus Cristo Salvador. Ele é o único que sabe do tamanho da tua tristeza, da tua agonia. Ele vem para te fortalecer, te encorajar. Saiba que a tua tristeza se transformará em alegria! Embora agora estejas passando pela situação difícil, não se preocupe. Já Jesus o percebeu e por isso te diz: vós agora sentis tristeza, mas eu hei de ver-vos novamente e o vosso coração se alegrará, e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria.


Meu filho, não existe tristeza no coração do homem que não possa ser transformada em alegria por Jesus. Todavia, fundamental que confiarmos no amor de Deus, é preciso apegar-se a esse amor de forma sobrenatural, mesmo que as pessoas a sua volta te incentivem a desistir dos teus sonhos, mesmo que elas coloquem barreiras naquilo que tu tens buscado, não importa, Deus é maior, confie no Senhor e somente assim essa tristeza vai se transformar em alegria. E esta alegria não te será tirada por ninguém. Ela será a alegria plena.


Ao passarmos por alguma dificuldade, ela parece que não vai ter fim! Não é mesmo? Mas olhe quantas tristezas tu já superaste e eu creio que em todas elas tu pensavas não ser possível. Eu não vou sair dessa. A minha casa caiu. E já não a conseguirei levantar. Não vai passar, dessa vez eu não vou agüentar. Mas tu as superaste com força e coragem. Sobretudo com Fé naquele que venceu o mundo.


Muitas vezes no momento da tristeza fazemos perguntas ao Senhor, o porquê disso, o porquê daquilo? Mas de novo Senhor? E porque só eu? Será que não posso ter sossego


Quero deixar bem claro para ti meu irmão minha irmã: Se tu deixares Jesus entrar no teu coração, se tu confiares cegamente nele, ele te dirá: No mundo sofrereis tribulações. Mas tende fé. Eu venci o mundo e comigo também vós vencereis. Portanto, se confiarmos ao Senhor as nossas tristezas chegaremos ao ponto de não questionarmos mais o Senhor. o porquê disso ou o porque daquilo? É necessário que nossa confiança esteja somente no Senhor nosso Deus. Tire tua confiança do homem, confie apenas no Senhor, porque ele tem o poder de mudar tudo, ele é o Senhor da vida, da alegria, da esperança. Neste, neste momento da tua vida faça suas as palavras de São Paulo: Quando sou fraco é que sou forte! Isso é confiar no Senhor, me torno fraco quando reconheço que só Jesus pode mudar a minha vida, mas esse reconhecer-se fraco diante do poder de Deus, na verdade me leva a ser forte, porque quando penso e ajo assim eu estou colocando toda minha confiança no Senhor. Pois acredito que não serei eu quem vai mudar a situação, mas é o próprio Senhor.

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

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Mensagens de Fé

terça-feira, 4 de maio de 2021

LITURGIA E HOMILIA DIÁRIA - Evangelho: João 16,12-15 - 12.05.2021

Liturgia Diária


12 – QUARTA-FEIRA  

6ª SEMANA DA PÁSCOA*


(branco – ofício do dia)



Senhor, eu vos louvarei entre os povos, anunciarei vosso nome aos meus irmãos, aleluia! (Sl 17,50; 21,23)


Nem sempre a pregação dos missionários é coroada de sucesso. Mesmo assim, eles prosseguem anunciando a verdade do Ressuscitado. Que esta celebração nos motive a perseverar em nossos trabalhos pastorais.


Evangelho: João 16,12-15


Aleluia, aleluia, aleluia.


Rogarei ao meu Pai e ele há de enviar-vos um outro paráclito, / que há de permanecer eternamente convosco (Jo 14,16). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 12″Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender agora. 13Quando, porém, vier o Espírito da verdade, ele vos conduzirá à plena verdade. Pois ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido; e até as coisas futuras vos anunciará. 14Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e vo-lo anunciará. 15Tudo o que o Pai possui é meu. Por isso disse que o que ele receberá e vos anunciará é meu”. – Palavra da salvação.

Fonte https://www.paulus.com.br/


Reflexão - Evangelho: João 16,12-15

«Quando ele vier, o Espírito da Verdade, vos guiará em toda a verdade»


Rev. D. Santi COLLELL i Aguirre

(La Garriga, Barcelona, Espanha)

Hoje, Senhor, uma vez mais, queres abrir-nos os olhos para que demos conta de que com demasiada frequência fazemos as coisas ao contrário. «O Espírito da Verdade, vos guiará em toda a verdade» ( Jo 16,13), aquilo que o Pai deu a conhecer ao filho.


É curioso!: mais que deixar-nos guiar pelo Espírito (que grande desconhecido em nossas vidas!), o que fazemos é, seguir a direito, impor-lhe as coisas uma vez que já tomamos as decisões. E o que hoje se nos diz é bem diferente: deixar que Ele nos guie.


Penso, Senhor, em voz alta… Volto a ler o Evangelho de hoje e vêem-me à cabeça os meninos e meninas que receberam a Confirmação este ano. Vejo os que me rodeiam e estou tentado a pensar: —Estão tão verdes! A estes, o teu Espírito não os leva nem pela frente nem por detrás; e melhor se deixam guiar por tudo e por nada!


Aos que somos considerados adultos na fé, faz-nos instrumentos eficazes do teu Espírito para chegar a ser “contagiadores” da tua verdade; para tentar “guiar-acompanhar”, e ajudar a abrir os corações e os ouvidos daqueles que nos rodeiam.


«Tenho ainda muitas coisas a vos dizer» (Jo 16,12). —Não de retenhas, Senhor, em dirigir-nos a tua voz para revelar-nos as nossas próprias identidades! Que o teu Espírito de Verdade nos leve a reconhecer tudo aquilo de falso que possa haver nas nossas vidas e nos faça valentes para emendá-lo. Que ponha luz nos nossos corações para que reconheçamos, também, aquilo que de autentico há dentro de nós e que já participa da tua Verdade. Que reconhecendo-o saibamos agradecê-lo e vivê-lo com alegria.


Espírito de verdade, abre os nossos corações e as nossas vidas ao Evangelho de Cristo: que seja esta a luz que ilumine a nossa vida quotidiana. Espírito Defensor, faz-nos fortes para viver a Verdade de Cristo, dando testemunho a todos.

Fonte https://evangeli.net/


VEM, ESPÍRITO SANTO Jo 16,12-15
HOMILIA

O Evangelho de hoje vem confirmar a perfeita comunhão entre Jesus, o Pai e o Espírito. Assim como Jesus o ensinou aos seus discípulos e estes à primeira comunidade cristã, assim a Igreja nos nossos dias o continua anunciando.

É a presença do Espírito ao longo dos séculos, iluminando a cada povo, cultura, língua e nação no sentido de perceber a presença de Jesus, por meio do amor que se manifesta nas comunidades e no mundo.

Faça caminhada com o Espírito e peça que Ele ore por ti e leve para junto de Deus tudo aquilo que precisas no dia de hoje. Lembro-te que para cada dia basta as sua preocupações. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. (Mt, 6,34)

Diante de tantos flagelos, doenças e epidemias de vários tipos, violências com os crimes nojentos praticados pelos adeptos, ou seja, partidários do encardido, não temos outra saída senão a presença do Espírito Santo em nós!

O Espírito Santo, presente nas comunidades, reforça a esperança e move os povos a um clamor pela fraternidade, justiça e paz.

Que o Espírito Santo te inspire e use as palavras que tu necessitas usar e não consegues por causa das dificuldades do dia-a-dia. Que te ajude nas fraquezas por não saberes como deves pedir.

Implore confiante: Espírito Santo vem interceder por mim. Pois todas as coisas cooperam pra o bem daqueles que amam a ti. Espírito Santo vem orar por mim.

Clama e peça porque só Deus sabe a dor que está sentindo o teu coração. Ferido está sim, mas o teu clamor com o poder e a força do Espírito Santo sobe até ao Céu.

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

segunda-feira, 3 de maio de 2021

LITURGIA E HOMILIA DIÁRIA - Evangelho: João 16,5-11 - 11.05.2021

Liturgia Diária


11 – TERÇA-FEIRA  

6ª SEMANA DA PÁSCOA


(branco – ofício do dia)



Alegremo-nos, exultemos e demos glória a Deus, porque o Senhor todo-poderoso tomou posse do seu reino, aleluia! (Ap 19,7.6)


Por causa do anúncio do Senhor Jesus, podemos enfrentar sofrimentos, mas não devemos cessar de levar esperança aos povos. Renovemos nossa confiança no Deus que estende seu braço em nosso auxílio.


Evangelho: João 16,5-11


Aleluia, aleluia, aleluia.


Eu hei de enviar-vos o Espírito da verdade; / ele vos conduzirá a toda a verdade (Jo 16,7.13). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 5“Agora, parto para aquele que me enviou e nenhum de vós me pergunta ‘para onde vais?’ 6Mas, porque vos disse isso, a tristeza encheu os vossos corações. 7No entanto, eu vos digo a verdade: é bom para vós que eu parta; se eu não for, não virá até vós o Defensor; mas, se eu me for, eu vo-lo mandarei. 8E quando vier, ele demonstrará ao mundo em que consistem o pecado, a justiça e o julgamento: 9o pecado, porque não acreditaram em mim; 10a justiça, porque vou para o Pai, de modo que não mais me vereis; 11e o julgamento, porque o chefe deste mundo já está condenado”. – Palavra da salvação.

Fonte https://www.paulus.com.br/


Reflexão - Evangelho: João 16,5-11

«É bom para vós que eu vá»


Fr. Joseph A. PELLEGRINO

(Tarpon Springs, Florida, Estados Unidos)

Hoje, o Evangelho nos apresenta um entendimento mais profundo da realidade da Ascensão do Senhor. Na leitura do Evangelho de João no Domingo de Páscoa, é dito a Maria Madalena que não deve tocar o Senhor porque «ainda não subi para junto do Pai» (Jo 20,17). No Evangelho de hoje, Jesus observa, sobre os discípulos: «porque vos falei assim, os vossos corações se encheram de tristeza», mas que «é bom para vós que eu vá» (Jo 16,6-7). Jesus precisa subir ao Pai. No entanto, Ele ainda permanece conosco.


Como Ele pode ir e, ao mesmo tempo permanecer? Este mistério foi explicado por nosso Santo Padre, o Papa Bento XVI: «Dado que Deus abraça e ampara toda a criação, a Ascensão do Senhor significa que Cristo não se afastou de nós, mas que agora, graças ao Seu ser com o Pai, está próximo de cada um de nós, para sempre».


Nossa esperança está em Jesus Cristo. Sua vitória sobre a morte nos deu a vida que a morte nunca poderá destruir: Sua Vida. Sua ressurreição é uma confirmação de que o espiritual é real. Nada poderá nos separar do amor de Deus. Nada poderá diminuir nossa esperança. Os negativos do mundo não poderão destruir o positivo de Jesus Cristo.


O mundo imperfeito no qual vivemos, um mundo onde os inocentes sofrem, pode nos levar ao pessimismo. Mas Jesus Cristo nos transforma em eternos otimistas.


A presença viva de Nosso Senhor em nossa comunidade, em nossas famílias, naqueles aspectos de nossa sociedade que podem corretamente ser chamados “cristãos”, nos dá uma razão para ter esperança. A presença viva de Nosso Senhor em cada um de nós nos dá alegria. Não importa quão alta seja a barreira de negatividade que a mídia se deleita em apresentar, os pontos positivos do mundo pesam mais, de longe, do que os pontos negativos, pois Jesus Cristo subiu aos céus.


Ele ascendeu, mas não nos deixou.


«É bom para vós que eu vá»


+ Rev. D. Lluís ROQUÉ i Roqué

(Manresa, Barcelona, Espanha)

Hoje contemplamos outra despedida de Jesus, necessária para o estabelecimento de seu Reino. Inclui, porém, uma promessa: «Se eu não for, o Defensor não virá a vós. Mas, se eu for, eu o enviarei a vós» (Jo 16,7).



Promessa feita realidade de maneira impetuosa no dia de Pentecostes, dez dias depois da Ascensão de Jesus ao céu. Aquele dia —além de tirar a tristeza do coração dos Apóstolos e dos que estavam reunidos como Maria, a Mãe de Jesus (cf.

Fts 1,13-14) —os confirma e fortalece na fé, de maneira que, «Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se» (Fts 2,4).


Fato que se “faz presente” ao longo dos séculos através da Igreja, uma, santa, católica e apostólica, já que, por a ação do mesmo Espírito prometido, se anuncia a todos e em todas partes que Jesus de Nazaré —o Filho de Deus, nascido de Maria Virgem, que foi crucificado, morto e sepultado — verdadeiramente ressuscitou, está sentado à direita de Deus Pai (cf. Credo) e vive entre nós. Seu Espírito está em nós pelo Batismo, constituindo-nos filhos no Filho, reafirmando sua presença em cada um de nós o dia da Confirmação. Tudo isso para levar a termo nossa vocação à santidade e reforçar a missão de chamar a outros a serem santos.


Assim, graças ao querer do Pai, a redenção do Filho e a ação constante do Espírito Santo, todos podemos responder com total fidelidade ao chamado, sendo santos; e, com uma caridade apostólica audaz, sem exclusivismos, realizar a missão, propondo e ajudando a outros a serem.


Como os primeiros —como os fiéis de sempre¬— com Maria rogamos e, confiando que novamente virá o Defensor e que haverá um novo Pentecostes, digamos: «Vem, Espírito Santo, enche o coração dos teus fiéis e acende neles a chama do teu amor» (Aleluia do Pentecostes).

Fonte  https://evangeli.net/


VINDE, ESPÍRITO SANTO Jo 16,5-11

HOMILIA


João, diferente dos evangelistas sinópticos atribui ao Espírito Santo o nome de Paráclito que quer dizer protetor, advogado, defensor, intercessor, consolador.


Nesta designação está verdadeiramente o trabalho, a função do Espírito Santo na nossa vida. Jesus com a sua partida para o Céu, consola os seus discípulos e firma os seus paços por meio daquele que vai enviar de junto do Seu Pai. Por isso, prepara-os para receber a força que virá. Afinal, a sua ia, não só é certa, mas, sobretudo é necessária. Eu falo a verdade quando digo que é melhor para vós que eu vá. Porque se eu não for, o Paráclito não virá; mas, se eu for enviar-vo-l’O-ei.


É, portanto bom que Jesus vá, pois o Defensor, enviado aos discípulos unidos em comunidade, tornará continuada a obra redentora e o ministério vivificante de Jesus.


E uma vez presente o Paráclito os discípulos, unidos n’ele são os protagonistas da missão vivificante.


Com a presença atuante e operante do Espírito Santo, Jesus passa a ter uma presença escondida física e humanamente falando.


Podemos assim dizer que o Espírito Santo atualiza a fé dos discípulos na presença de Jesus na sua Igreja formada pelos Apóstolos em primeira mão, depois pelos discípulos e conseqüentemente por toda a comunidade de fiéis nos nossos dias. Ele nos unge para a missão de questionar o mundo quanto ao pecado, à justiça e ao julgamento. Assim, sendo é minha e tua tarefa como missionário (a) de denunciar as estruturas injustas, o mundo da criminalidade, barbaridade, mundo do pecado e que alimenta, sustenta a máquina que promove a cultura da morte. E tua e minha a missão de anunciar e testemunhar o mundo novo, onde a vida prevalece e triunfa sobre a morte.


Mas isso, só vai acontecer na nossa vida se nós pedirmos a força que vem do alto. Portanto, rezemos, peçamos ao Papai do Céu que nos conceda o Dom do Espírito Santo. Para que tenhamos o protetor, advogado, defensor, intercessor, consolador e forças a fim poder enfrentar e vencer o mundo e usando sempre como instrumento de trabalho o selo cunhado com o carimbo do Céu, Jesus Cristo, o Caminho, a Verdade e Vida.


VINDE, ESPÍRITO SANTO, ENCHEI OS CORAÇÕES DOS VOSSOS FIÉIS…


Fonte https://homilia.cancaonova.com/

Leia também: LITURGIA DA PALAVRA


Leia também:

Primeira Leitura

Segunda Leitura

Salmo

Evangelho

Santo do dia


Mensagens de Fé

sábado, 1 de maio de 2021

LITURGIA E HOMILIA DIÁRIA - Evangelho: João 15,26-16,4 - 10.05.2021

Liturgia Diária


10 – SEGUNDA-FEIRA  

6ª SEMANA DA PÁSCOA


(branco – ofício do dia)



O Cristo, ressuscitado dos mortos, já não morre; a morte não tem mais poder sobre ele, aleluia! (Rm 6,9)


Jesus nos previne de que, ao darmos testemunho dele, poderemos sofrer perseguições, mas teremos a nosso lado um Defensor, o Espírito da verdade. Abramos o coração para celebrar o amor de Deus por nós.


Evangelho: João 15,26-16,4


Aleluia, aleluia, aleluia.


O Espírito Santo, a verdade, dará testemunho de mim; / depois também vós, neste mundo, de mim ireis testemunhar (Jo 15,26s). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 26“Quando vier o Defensor que eu vos mandarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim. 27E vós também dareis testemunho, porque estais comigo desde o começo. 16,1Eu vos disse estas coisas para que a vossa fé não seja abalada. 2Expulsar-vos-ão das sinagogas, e virá a hora em que aquele que vos matar julgará estar prestando culto a Deus. 3Agirão assim porque não conheceram o Pai nem a mim. 4Eu vos digo isso para que vos lembreis de que eu o disse, quando chegar a hora”. – Palavra da salvação.

Fonte  https://www.paulus.com.br/


Reflexão - Evangelho: João 15,26-16,4

«Também vocês darão testemunho»


Rev. P. Higinio Rafael ROSOLEN IVE

(Cobourg, Ontario, canad)

Hoje, no evangelho Jesus anuncia e promete a vinda do Espírito Santo, «Quando venha o Paráclito (…) que procede do Pai, Ele dará testemunho de mim» (Jn 15,26). “Paráclito” literalmente significa “aquele que é chamado junto a um”, e habitualmente é traduzido como “Consolador”. Deste modo, Jesus nos lembra a bondade de Deus, pois sendo o Espírito Santo o amor de Deus, Ele infunde em nossos corações a paz, a serenidade nas adversidades e a alegria pelas coisas de Deus. Ele nos faz ver as coisas de cima e nos unir a Deus.


Além disso, Jesus diz aos Apóstolos, «Também vocês darão testemunho» (Jn 15,27). Para dar testemunho é necessário:


1º Ter comunhão e intimidade com Jesus. Isto nasce do trato cotidiano com ler o Evangelho, escutar suas palavras, conhecer seus ensinamentos, frequentar seus sacramentos, estar em comunhão com sua Igreja, imitar seu exemplo, cumprir os mandamentos, vê-lo nos santos, reconhecê-lo em nossos irmãos, ter seu espírito e ama-lo. Trata-se de ter uma experiência pessoal e viva de Jesus.


2º Nosso testemunho é acreditado se aparece em nossas obras. Uma testemunha não é só uma pessoa que algo é verdade, mas também que está disposta a dizê-lo e vivê-lo. O que experimentamos e vivemos em nossa alma devemos transmitir ao exterior. Somos testemunhas de Jesus não só por conhecermos seus ensinamentos, mas principalmente quando queremos e fazemos que outros o conheçam e o amem. Como diz o dito: «As palavras movem, os exemplos arrastam».


O Papa Francisco nos dizia: «Agradeço o maravilhoso exemplo que me dão tantos cristãos que oferecem sua vida e seu tempo com alegria”. Esse testemunho me faz muito bem e me sustenta em meu próprio desejo de superar o egoísmo para entregar-me. E adicionando: «Quero pedir especialmente um testemunho de comunhão fraterna que se mostre atrativo e resplandecente». Isso é sempre uma luz que atrai.


«Quando vier o Defensor (...), o Espírito da Verdade (...), ele dará testemunho de mim»


Rev. D. Jordi POU i Sabater

(Sant Jordi Desvalls, Girona, Espanha)

Hoje, o Evangelho é quase tão atual como nos anos finais do evangelista São João. Ser cristão então não estava na moda (mais bem era bastante perigoso), como também não o está agora. Se alguém quiser ser bem considerado pela nossa sociedade, melhor que não seja cristão —porque em muitas coisas— tal como os primeiros cristãos judeus, «Sereis expulsos das sinagogas» (Jo 16,2).


Sabemos que ser cristão é viver na contracorrente: o tem sido sempre. Inclusive em épocas onde “todo mundo” era cristão: os que queriam sê-lo de verdade não eram demasiado bem vistos por alguns. O cristão é, se vive segundo Jesus Cristo, um testemunho do que Cristo tinha previsto para todos os homens; é uma testemunha de que é possível imitar Jesus Cristo e viver com toda dignidade como homem. Isso não gostará a muitos, como Jesus mesmo não gostou a muitos e foi levado à morte. Os motivos da rejeição serão variados, mas devemos ter presente que em ocasiões o nosso testemunho será tomado como uma acusação.


Não se pode dizer que São João, pelos seus escritos, fosse pessimista: nos faz uma descrição vitoriosa da Igreja e do triunfo de Cristo. Também não se pode dizer que Ele não tivesse tido que sofrer as mesmas coisas que descreve. Não esconde a realidade das coisas nem a substância da vida cristã: a luta.


Uma luta que é para todos, porque não temos que vencer com as nossas forças. O Espírito Santo luta com nós. É Ele quem nos dá as forças. É Ele, o Protetor, quem nos libera dos perigos. Com Ele ao lado nada temos que temer.


João confiou plenamente em Jesus, lhe fez a entrega de sua vida. Assim não lhe custou depois confiar em Aquele que foi enviado por Ele: O Espírito Santo.


«Eu vos enviarei (...) o Espírito da Verdade»


Pbro. D. Luis A. GALA Rodríguez

(Campeche, México)

Hoje, o texto evangélico contém o aviso de Jesus das dificuldades que encontrará todo aquele que seja seu discípulo: «Inclusive chegará a hora em que todo aquele que os mate pense que dá culto a Deus» (Jn 16,2). Humanamente é normal que o medo possa abraçar-nos, mas também é verdade que nos conforta o saber que não estamos sozinhos, senão que contamos com o Paráclito, o Espírito da Verdade, que é quem dará testemunho (cf. Jn 15,26).


Devemos ter presente que o Espírito vive em cada batizado, pois somos por adoção "filhos de Deus" e "Templo vivo do Espírito": quanta verdade!, e muitas vezes o esquecemos ou já não acreditamos, porque não conhecemos nem ao Pai nem ao Filho (cf. Jn 16,3). Vivemos uma crise de valores e de fé, pensamos que a mudança está fora e que teria que ser somente obra de Deus, algo mágico. Mas o Evangelho nos recorda que a mudança opera em nós e por nós na ação do Espírito Santo. O “Paráclito” não vem a solucionar nossos problemas, mas nos ensina a analisá-los e, a saber, descobrir o que é o que verdadeiramente temos que trabalhar em nós para poder manter e intensificar o testemunho de uma vida em Cristo.


Bento XVI, na Missa de abertura do Ano da Fé, nos recordou que, «hoje —mais que nunca— evangelizar quer dizer dar testemunho de uma vida nova, transformada por Deus», onde o Evangelho e a fé firme na Igreja constituem o essencial.


Devemos deixar tocar pelo Espírito de Deus para que diante e tanta dor, sofrimento e impotência de um mundo tão materialista —e ainda quando pareça que Deus não está presente ou é inalcançável— não tenhamos medo, e sem que aprendamos a pedir a ajuda do Paráclito: «Vem Espírito Santo e transforma a tua Igreja segundo tua vontade!».

Fonte https://evangeli.net/


O ESPÍRITO DA VERDADE Jo 15,26-16,4a

HOMILIA


Diante de tanto ódio dos grandes deste mundo que felizmente é passageiro, os cristãos estão convidados a não desanimar. Pois eles não estão sós. Jesus permanece com eles de uma maneira invisível enviando-lhes o Espírito da Verdade.


Uma das funções do Espírito da Verdade é a de dar testemunho de Jesus. Sua ação em favor dos discípulos consiste em convencê-los da veracidade da pessoa e dos ensinamentos do Mestre. O conteúdo do seu testemunho será o próprio Jesus.


Tal testemunho faz-se perceptível na própria ação dos discípulos. Pelo fato de o Espírito manter sempre viva no coração deles a imagem de Jesus, estão em condições de mostrar a todos a verdade do Filho de Deus, que veio armar sua tenda no meio da humanidade carente de salvação.


A ação do Espírito da Verdade predispõe os discípulos a enfrentar a perversidade do mundo, sem se intimidarem.


Afinal, a missão deles consistirá em levar a luz de Cristo para quem caminha nas trevas do erro e da mentira. Move-os a esperança de que a humanidade marcada pelo pecado acolha a palavra de Jesus para ser salva.


O testemunho do Espírito supõe do discípulo total discernimento e docilidade para acolhê-lo, pois ele o recebe em meio a hostilidades que, muitas vezes, o impedem de captar com clareza a moção do bom Espírito. Por outro lado, o mau espírito, encarnado nos adversários, busca inculcar-lhe dúvidas a respeito da pessoa de Jesus, e da credibilidade de suas palavras.


Só com muito discernimento e disposição para deixar-se guiar pelo Espírito, é possível manter-se fiel a Jesus. Peça comigo a Deus a graça e a força do Espírito Santo, para que doce saibas acolhe-lo e possas enfrentar a perversidade do mundo sem medo de nada e de mingúem. Que ela seja o teu auxílio, e defensor em todas as circunstâncias.


Espírito Santo enche o meu ser, fortalece a minha pouca fé no Filho de Deus, feito homem para me salvar.


Fonte https://homilia.cancaonova.com/

Leia também: LITURGIA DA PALAVRA


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