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domingo, 14 de maio de 2023

LITURGIA E HOMILIA DIÁRIA - Evangelho: João 15,26-16,4 - 15.05.2023

Liturgia Diária


15 – SEGUNDA-FEIRA 

6ª SEMANA DA PÁSCOA


(branco – ofício do dia)



O Cristo, ressuscitado dos mortos, já não morre; a morte não tem mais poder sobre ele, aleluia! (Rm 6,9)


Quem anuncia o Evangelho deve fazê-lo com humildade e consciência de que é Deus que transforma os corações. Bendita e frutuosa será nossa pregação se for precedida pela oração, que nos firma na fé e na comunhão com Jesus.


Evangelho: João 15,26-16,4


Aleluia, aleluia, aleluia.


O Espírito Santo, a verdade, / dará testemunho de mim; / depois também vós, neste mundo, / de mim ireis testemunhar (Jo 15,26s). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 26“Quando vier o Defensor que eu vos mandarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim. 27E vós também dareis testemunho, porque estais comigo desde o começo. 16,1Eu vos disse estas coisas para que a vossa fé não seja abalada. 2Expulsar-vos-ão das sinagogas, e virá a hora em que aquele que vos matar julgará estar prestando culto a Deus. 3Agirão assim porque não conheceram o Pai nem a mim. 4Eu vos digo isso para que vos lembreis de que eu o disse, quando chegar a hora”. – Palavra da salvação.

Fonte https://www.paulus.com.br/


Reflexão - Evangelho: João 15,26-16,4

«Também vocês darão testemunho»


Rev. P. Higinio Rafael ROSOLEN IVE

(Cobourg, Ontario, canad)

Hoje, no evangelho Jesus anuncia e promete a vinda do Espírito Santo, «Quando venha o Paráclito (…) que procede do Pai, Ele dará testemunho de mim» (Jn 15,26). “Paráclito” literalmente significa “aquele que é chamado junto a um”, e habitualmente é traduzido como “Consolador”. Deste modo, Jesus nos lembra a bondade de Deus, pois sendo o Espírito Santo o amor de Deus, Ele infunde em nossos corações a paz, a serenidade nas adversidades e a alegria pelas coisas de Deus. Ele nos faz ver as coisas de cima e nos unir a Deus.


Além disso, Jesus diz aos Apóstolos, «Também vocês darão testemunho» (Jn 15,27). Para dar testemunho é necessário:


1º Ter comunhão e intimidade com Jesus. Isto nasce do trato cotidiano com ler o Evangelho, escutar suas palavras, conhecer seus ensinamentos, frequentar seus sacramentos, estar em comunhão com sua Igreja, imitar seu exemplo, cumprir os mandamentos, vê-lo nos santos, reconhecê-lo em nossos irmãos, ter seu espírito e ama-lo. Trata-se de ter uma experiência pessoal e viva de Jesus.


2º Nosso testemunho é acreditado se aparece em nossas obras. Uma testemunha não é só uma pessoa que algo é verdade, mas também que está disposta a dizê-lo e vivê-lo. O que experimentamos e vivemos em nossa alma devemos transmitir ao exterior. Somos testemunhas de Jesus não só por conhecermos seus ensinamentos, mas principalmente quando queremos e fazemos que outros o conheçam e o amem. Como diz o dito: «As palavras movem, os exemplos arrastam».


O Papa Francisco nos dizia: «Agradeço o maravilhoso exemplo que me dão tantos cristãos que oferecem sua vida e seu tempo com alegria”. Esse testemunho me faz muito bem e me sustenta em meu próprio desejo de superar o egoísmo para entregar-me. E adicionando: «Quero pedir especialmente um testemunho de comunhão fraterna que se mostre atrativo e resplandecente». Isso é sempre uma luz que atrai.


Pensamentos para o Evangelho de hoje

«E assim como a virtude da santa humanidade de Cristo faz com que todos aqueles em que se encontra formem o mesmo corpo, acho que do mesmo modo o Espírito de Deus que habita em todos, único e indivisível, reduz todos a unidade espiritual» (São Cirilo de Alejandría)


«Peçam ao Senhor a graça de receber o Espírito Santo que nos fará lembrar das coisas de Jesus, que nos guiará a toda a verdade e nos preparará todos os dias para testemunhar, segundo a vontade do Senhor» (Francisco)


«Jesus Cristo, tendo entrado, uma vez por todas, no santuário dos céus, intercede incessantemente por nós, como mediador que nos garante permanentemente a efusão do Espírito Santo» (Catecismo da Igreja Católica, nº 667)


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«Quando vier o Defensor (...), o Espírito da Verdade (...), ele dará testemunho de mim»


Rev. D. Jordi POU i Sabater

(Sant Jordi Desvalls, Girona, Espanha)

Hoje, o Evangelho é quase tão atual como nos anos finais do evangelista São João. Ser cristão então não estava na moda (mais bem era bastante perigoso), como também não o está agora. Se alguém quiser ser bem considerado pela nossa sociedade, melhor que não seja cristão —porque em muitas coisas— tal como os primeiros cristãos judeus, «Sereis expulsos das sinagogas» (Jo 16,2).


Sabemos que ser cristão é viver na contracorrente: o tem sido sempre. Inclusive em épocas onde “todo mundo” era cristão: os que queriam sê-lo de verdade não eram demasiado bem vistos por alguns. O cristão é, se vive segundo Jesus Cristo, um testemunho do que Cristo tinha previsto para todos os homens; é uma testemunha de que é possível imitar Jesus Cristo e viver com toda dignidade como homem. Isso não gostará a muitos, como Jesus mesmo não gostou a muitos e foi levado à morte. Os motivos da rejeição serão variados, mas devemos ter presente que em ocasiões o nosso testemunho será tomado como uma acusação.


Não se pode dizer que São João, pelos seus escritos, fosse pessimista: nos faz uma descrição vitoriosa da Igreja e do triunfo de Cristo. Também não se pode dizer que Ele não tivesse tido que sofrer as mesmas coisas que descreve. Não esconde a realidade das coisas nem a substância da vida cristã: a luta.


Uma luta que é para todos, porque não temos que vencer com as nossas forças. O Espírito Santo luta com nós. É Ele quem nos dá as forças. É Ele, o Protetor, quem nos libera dos perigos. Com Ele ao lado nada temos que temer.


João confiou plenamente em Jesus, lhe fez a entrega de sua vida. Assim não lhe custou depois confiar em Aquele que foi enviado por Ele: O Espírito Santo.


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«Eu vos enviarei (...) o Espírito da Verdade»


Pbro. D. Luis A. GALA Rodríguez

(Campeche, México)

Hoje, o texto evangélico contém o aviso de Jesus das dificuldades que encontrará todo aquele que seja seu discípulo: «Inclusive chegará a hora em que todo aquele que os mate pense que dá culto a Deus» (Jn 16,2). Humanamente é normal que o medo possa abraçar-nos, mas também é verdade que nos conforta o saber que não estamos sozinhos, senão que contamos com o Paráclito, o Espírito da Verdade, que é quem dará testemunho (cf. Jn 15,26).


Devemos ter presente que o Espírito vive em cada batizado, pois somos por adoção "filhos de Deus" e "Templo vivo do Espírito": quanta verdade!, e muitas vezes o esquecemos ou já não acreditamos, porque não conhecemos nem ao Pai nem ao Filho (cf. Jn 16,3). Vivemos uma crise de valores e de fé, pensamos que a mudança está fora e que teria que ser somente obra de Deus, algo mágico. Mas o Evangelho nos recorda que a mudança opera em nós e por nós na ação do Espírito Santo. O “Paráclito” não vem a solucionar nossos problemas, mas nos ensina a analisá-los e, a saber, descobrir o que é o que verdadeiramente temos que trabalhar em nós para poder manter e intensificar o testemunho de uma vida em Cristo.


Bento XVI, na Missa de abertura do Ano da Fé, nos recordou que, «hoje —mais que nunca— evangelizar quer dizer dar testemunho de uma vida nova, transformada por Deus», onde o Evangelho e a fé firme na Igreja constituem o essencial.


Devemos deixar tocar pelo Espírito de Deus para que diante e tanta dor, sofrimento e impotência de um mundo tão materialista —e ainda quando pareça que Deus não está presente ou é inalcançável— não tenhamos medo, e sem que aprendamos a pedir a ajuda do Paráclito: «Vem Espírito Santo e transforma a tua Igreja segundo tua vontade!».

Fonte https://evangeli.net/


Reflexão - Evangelho: João 15,26-16,4


O ESPÍRITO DA VERDADE Jo 15,26-16,4a

HOMILIA


Diante de tanto ódio dos grandes deste mundo que felizmente é passageiro, os cristãos estão convidados a não desanimar. Pois eles não estão sós. Jesus permanece com eles de uma maneira invisível enviando-lhes o Espírito da Verdade.


Uma das funções do Espírito da Verdade é a de dar testemunho de Jesus. Sua ação em favor dos discípulos consiste em convencê-los da veracidade da pessoa e dos ensinamentos do Mestre. O conteúdo do seu testemunho será o próprio Jesus.


Tal testemunho faz-se perceptível na própria ação dos discípulos. Pelo fato de o Espírito manter sempre viva no coração deles a imagem de Jesus, estão em condições de mostrar a todos a verdade do Filho de Deus, que veio armar sua tenda no meio da humanidade carente de salvação.


A ação do Espírito da Verdade predispõe os discípulos a enfrentar a perversidade do mundo, sem se intimidarem.


Afinal, a missão deles consistirá em levar a luz de Cristo para quem caminha nas trevas do erro e da mentira. Move-os a esperança de que a humanidade marcada pelo pecado acolha a palavra de Jesus para ser salva.


O testemunho do Espírito supõe do discípulo total discernimento e docilidade para acolhê-lo, pois ele o recebe em meio a hostilidades que, muitas vezes, o impedem de captar com clareza a moção do bom Espírito. Por outro lado, o mau espírito, encarnado nos adversários, busca inculcar-lhe dúvidas a respeito da pessoa de Jesus, e da credibilidade de suas palavras.


Só com muito discernimento e disposição para deixar-se guiar pelo Espírito, é possível manter-se fiel a Jesus. Peça comigo a Deus a graça e a força do Espírito Santo, para que doce saibas acolhe-lo e possas enfrentar a perversidade do mundo sem medo de nada e de mingúem. Que ela seja o teu auxílio, e defensor em todas as circunstâncias.


Espírito Santo enche o meu ser, fortalece a minha pouca fé no Filho de Deus, feito homem para me salvar.


https://homilia.cancaonova.com/

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

Leia também: LITURGIA DA PALAVRA

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Salmo

Evangelho

Santo do dia

Mensagens de Fé

quarta-feira, 10 de maio de 2023

LITURGIA E HOMILIA DIÁRIA - Evangelho: João 15,9-11 - 11.08.2023

Liturgia Diária


11 – QUINTA-FEIRA 

5ª SEMANA DA PÁSCOA


(branco – ofício do dia)



Cantemos ao Senhor: ele se cobriu de glória. O Senhor é a minha força e o meu cântico: foi para mim a salvação, aleluia! (Ex 15,1s)


As “atas” do Concílio de Jerusalém mostram que, não obstante os diferentes pontos de vista que poderiam ter provocado uma ruptura, conseguiu-se manter a unidade da Igreja. Em tudo, guardemos os mandamentos de Jesus e deixemo-nos conduzir pelo seu Santo Espírito.


Evangelho: João 15,9-11


Aleluia, aleluia, aleluia.


Minhas ovelhas escutam minha voz, / minha voz estão elas a escutar; / eu conheço, então, minhas ovelhas, / que me seguem, comigo a caminhar (Jo 10,27). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 9“Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. 11Eu vos disse isso para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena”. – Palavra da salvação.

Fonte https://www.paulus.com.br/


Reflexão - Evangelho: João 15,9-11

«Como meu Pai me ama, assim também eu vos amo»


Rev. D. Lluís RAVENTÓS i Artés

(Tarragona, Espanha)

Hoje, ouvimos outra vez a intima confidência que Jesus nos faz na Quinta-feira Santa: «Como meu Pai me ama, assim também eu vos amo» (Jo 15,9). O amor do Pai ao Filho é grande, terno, íntimo. Lemo-lo no livro dos Provérbios, quando afirma que antes de começar as obras «junto a ele estava eu como artífice, brincando todo o tempo diante dele» (Prov 8,30). Desse jeito Ele nos ama e, o anunciando profeticamente nesse livro, acrescenta que «brincando sobre o globo de sua terra, achando as minhas delícias junto aos filhos dos homens» (Prov 8,31).


O Pai ama ao Filho, e Jesus não deixa de nos di-lo: «Aquele que me enviou está comigo; ele não me deixou sozinho, porque faço sempre o que é do seu agrado» (Jo 8,29). O Pai proclamou bem forte no Jordão, quando ouvimos: «Tu és o meu Filho muito amado; em ti ponho minha afeição» (Mc 1,11) e, mais tarde no Tabor: «Este é o meu Filho muito amado; ouvi-o» (Mc 9,7).


Jesus respondeu, «Abba», Pai! Agora revela nos, «como meu Pai me ama, assim também eu vos amo». E nós, o que vamos fazer? Pois, mantermos no seu amor, cumprir os seus mandamentos, amar à vontade do Pai. Não é esse o exemplo que Ele nos dá?: «Eu faço sempre o que agrada Ele».


Mas nós, que somos débeis, inconstantes, covardes, e —porque não di-lo— maus, perderemos, pois sua amizade para sempre? Não, Ele não permitirá que sejamos tentados por cima de nossas forças! Mas, se acaso nos apartamos de seus mandamentos, peçamos lhe a graça de voltar como o filho pródigo à casa do Pai e acudir ao sacramento da Penitência para receber o perdão de nossos pecados. «Como o Pai me ama, assim também eu vos amo. Disse-vos essas coisas para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa» (Jo 15,9.11).


Pensamentos para o Evangelho de hoje

«Meu Deus, Trindade que adoro, pacificai a minha alma. Fazei dela o vosso céu, vossa amada morada e o lugar de vosso descanso. Que eu nunca vos deixe sozinho nela, mas que eu esteja lá inteiramente, plenamente acordada em minha fé, em adoração, entregue sem reservas à vossa ação criadora» (Beata Isabel da Trindade)


«Dios sabe transformar en amor incluso las cosas difíciles y agobiantes de nuestra vida. Lo importante es que ‘permanezcamos’ en la vid, en Cristo» (Benedicto XVI)


«Fruto do Espírito e plenitude da Lei, a caridade guarda os mandamentos de Deus e do seu Cristo: ‘Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor’ (Jo 15, 9-10) (76)» (Catecismo da Igreja Católica, nº 1.824)

Fonte https://evangeli.net/


O MANDAMENTO DO PAI Jo 15,9-17

HOMILIA


Jesus continua se despedindo dos seus discípulos. No texto de hoje ele insiste que permaneçamos no Seu amor. E propõe como mandamento novo o amor. Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos. Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando.


Assim como Ele por amor se tornou nosso amigo de verdade, assim nos convida a fazer o mesmo. Que todos continuemos unidos à Ele por meio do Seu próprio amor. E nele e por ele, a sermos amigos uns dos outros, a amar-nos uns aos outros. E é importante lembrar que amar uns aos outros não é apenas em palavras.


A iniciativa, porém, é de Jesus: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi”. A afirmação se refere à proposta mais do que ao mandamento. Isto é: o amor partiu de mim, não de vocês. Desse amor se desprende a vitalidade e a amplidão da sua missão. Baseada nisso, a resposta dos discípulos se torna fecunda em frutos duradouros. Assim como os discípulos, a nossa oração ao Pai também será ouvida, porque é feita em nome de Cristo, isto é, na circulação desse seu amor-dom, e não na estreiteza egoísta das nossas visões e intenções. Por isso, precisamos acolher o apelo de São Tiago 2,17: se alguém tivesse o dom da profecia, falasse a língua dos anjos, penetrasse todos os mistérios, tivesse toda a fé ao ponto de transportar montanhas, desse seu corpo para ser queimado em praça pública ou distribuísse toda sua fortuna entre os pobres, se não tivesse caridade, nada disso lhe serviria. Portanto exige-se de todos nós sermos cristãos de verdade.


Precisamos estabelecer uma relação VERTICAL, assim como abraça seu irmão que está ao seu lado na HORIZONTAL, formando uma cruz. O Cristão é uma pessoa diferente, porque tem um sorriso sincero, sua forma de agir e reagir é autêntica. Sem exageros, sem bajulações, sem falsidade, sem nenhum interesse, sem medir esforço quando vai prestar uma ajuda, sempre correto nas suas considerações ou avaliações. O seu “NÃO” é sempre um “não”. E o seu “SIM” é sempre um “sim”, pois nunca promete o que não pode cumprir. Ou seja, é aquele verdadeiro amigo não apenas da hora da festa, mas também da hora do velório. Ele é parecido com os nossos pais. Ele observa nossos defeitos, nos alerta sobre os mesmos, mas em seguida nos perdoa, pois nos aceita como nós somos na realidade, mas não poupa esforço para nos ajudar e nos corrigir. O cristão é aquele que sempre deseja para o outro o mesmo que deseja para si, não se preocupando com lucro, ou glória pessoal. Ser cristão é tentar imitar a Cristo, seguindo seus ensinamentos. Ser cristão é estar na amizade com Cristo. Mas, sem querer guardar Cristo só para si. Pois o Cristão de verdade é aquele que leva Cristo até o seu irmão através de bons exemplos, através da explicação da mensagem de Jesus, através da correção fraterna e de mãos estendidas.


É amando o próximo como a nós mesmos que estaremos cumprindo o mandamento do amor de Deus.

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

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Evangelho

Santo do dia

Mensagens de Fé

terça-feira, 9 de maio de 2023

LITURGIA E HOMILIA DIÁRIA - Evangelho: João 15,1-8 - 10.05.2023

Liturgia Diária


10 – QUARTA-FEIRA 

5ª SEMANA DA PÁSCOA


(branco – ofício do dia)



Que o vosso louvor transborde de minha boca; meus lábios exultarão, cantando de alegria, aleluia! (Sl 70,8.23)


A Igreja em expansão entra em crise por questões práticas e teológicas. Para salvar a unidade, convoca-se o primeiro concílio da história da Igreja. Deixemo-nos conduzir pelo Espírito Santo, a seiva do amor entre o Pai e o Filho, cujo poder vitalizante nos mune de bom senso e disposição ao diálogo.


Evangelho: João 15,1-8


Aleluia, aleluia, aleluia.


Ficai em mim e eu em vós ficarei, diz Jesus; / quem em mim permanece há de dar muito fruto (Jo 15,4s). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 1“Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor. 2Todo ramo que em mim não dá fruto, ele o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais fruto ainda. 3Vós já estais limpos por causa da palavra que eu vos falei. 4Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto se não permanecerdes em mim. 5Eu sou a videira, e vós os ramos. Aquele que permanece em mim, e eu nele, esse produz muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. 6Quem não permanecer em mim será lançado fora como um ramo e secará. Tais ramos são recolhidos, lançados no fogo e queimados. 7Se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e vos será dado. 8Nisto meu Pai é glorificado: que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos”. – Palavra da salvação.

Fonte https://www.paulus.com.br/


Reflexão - Evangelho: João 15,1-8

«Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós»


Rev. D. Antoni CAROL i Hostench

(Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha)

Hoje, contemplamos novamente Jesus rodeado dos Apóstolos, em um clima de especial intimidade. Ele confia-lhes o que poderíamos considerar como as últimas recomendações: aquilo que se diz no último momento, justo na despedida, e que tem uma força especial, como se de um postremo testamento se tratasse.


Nos imaginamo-los no cenáculo. Ali, Jesus lhes tem lavado os pés, tem lhes anunciado novamente que tem que partir, tem lhes transmitido o mandamento do amor fraterno e os tem consolado com o dom da Eucaristia e a promessa do Espírito Santo (cf. Jo 14). Introduzidos já no capítulo décimo quinto deste Evangelho, achamos agora a exortação à unidade na caridade.


O Senhor não esconde aos discípulos os perigos e dificuldades que deverão afrontar no futuro: «Se me perseguiram, também vos hão de perseguir» (Jo 15,20). Mas eles não se acovardarão nem se abaterão ante o ódio do mundo: Jesus renova a promessa do envio do Defensor, garante-lhes a assistência em tudo aquilo que eles lhe peçam e, enfim, o Senhor roga ao Pai por eles —por nós todos—durante a sua oração sacerdotal (cf. Jo 17).


Nosso perigo não vem de fora: a pior ameaça pode surgir de nós mesmos ao faltar ao amor fraterno entre os membros do Corpo Místico de Cristo e ao faltar à unidade com a Cabeça deste Corpo. A recomendação é clara: «Eu sou a videira e vós, os ramos. Aquele que permanece em mim, como eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim, nada podeis fazer» (Jo 15,5).


As primeiras gerações de cristãos conservaram uma consciência muito viva da necessidade de permanecer unidos pela caridade: Temos aqui o testemunho de um Padre da Igreja, Santo Inácio da Antioquia: «Correis todos a uma como a um só templo de Deus, como a um só altar, a um só Jesus Cristo que procede de um só Pai». Tem aqui também a indicação de Santa Maria, Mãe dos cristãos: «Fazei o que ele vos disser» (Jo 2,5).


Pensamentos para o Evangelho de hoje

«Onde estiver Jesus Cristo, aí está a Igreja Católica» (Santo Inácio de Antioquia)


«Nós somos os ramos. Os ramos não são autossuficientes, pois dependem totalmente da videira, onde está a sua fonte de vida» (Francisco)


«Desde o princípio, Jesus associou os discípulos à sua vida; revelou-lhes o mistério do Reino; deu-lhes parte na sua missão, na sua alegria e nos seus sofrimentos. Jesus fala duma comunhão ainda mais íntima entre Ele e os que O seguem: «Permanecei em Mim, como Eu em vós... Eu sou a cepa, vós os ramos» (Jo 15, 4-5). E anuncia uma comunhão misteriosa e real entre o seu próprio Corpo e o nosso» (Catecismo da Igreja Católica, nº787)

Fonte https://evangeli.net/


A VERDADEIRA VIDEIRA Jo 15,1-8

HOMILIA


Por oito vezes Jesus usa o verbo “permanecer” no Evangelho de hoje. Porque tanta relutância neste assunto? A única explicação é que a permanência em Cristo é o núcleo fundamental da sua mensagem.


Permanecer em Jesus é acolher sua palavra e seu exemplo, e procurar colocá-los em prática. É permanecendo em Jesus que os discípulos produzirão os frutos que são do agrado do Pai. E a seiva do amor que une Jesus e os discípulos cria laços entre as pessoas, leva à fraternidade, à solidariedade e comunica a vida.


Para que nós sejamos ramos frutíferos precisamos ouvir e guardar bem as palavras do da verdadeira videira: Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda. Para que mais uvas cresçam, o Senhor poda os ramos, removendo os rebentos inúteis e tudo o que poderia desviar a força vital da produção. A poda é dolorosa, mas necessária porque muitas coisas sugam nossa força e nos impedem de dedicarmo-nos à produtividade. Precisamos de uma boa capina e poda. Portanto deixa-se corrigir. A outra coisa exigida para produção de fruto é permanecer na videira. Sem a ligação vital com a videira, o próprio ramo murcha e morre. Isto leva à segunda responsabilidade principal desta passagem.


Permanecer em Jesus é essencial para viver e frutificar. Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.


Aqueles ramos que permanecem em Cristo produzem muito fruto, pois, casos contrários serão colhidos e lançados no fogo. É a pura verdade que Jesus nos diz: sem mim nada podeis fazer. Separado de Jesus, você nada pode fazer nada para melhorar a sua, vida, sua família, sua alma e nem sua relação com Deus. Muitos tentam andar sós, pensando que sua bondade e discernimento produzirão fruto sem se apoiar no Senhor. Se você também está pensando e agindo desta maneira está enganado (a). Somente através de Jesus somos capazes de cumprir a justiça e a verdade que o Senhor espera que produzamos.


Para isso Jesus permanece em nós através de suas palavras: Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós. Alguns buscam divorciar Jesus do que ele diz e procuram uma relação com ele sem prestar cuidadosa atenção à palavra dele. Eles dependem de sentimentos, emoções e experiências. Mas, de fato, Jesus mora em nós somente até o ponto em que sua palavra e seus ensinamentos permanecem em nós. Precisamos lembrar-nos constantemente do que Jesus disse e meditar nisso de modo que ele possa viver poderosamente em nós. O outro modo pelo qual Jesus permanece em nós é ao guardarmos os seus mandamentos: Se guardardes os meus mandamentos permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.


Peçamos ao Pai do céu que nos dê a graça de manter uma ligação ininterrupta, uma relação ativa e constante com Jesus de quem dependemos para produzir os frutos que espera de mim e de você.

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

Leia também: LITURGIA DA PALAVRA

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Primeira Leitura

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Salmo

Evangelho

Santo do dia

Mensagens de Fé

sexta-feira, 5 de maio de 2023

LITURGIA E HOMILIA DIÁRIA - Evangelho: João 14,7-14 - 06.05.2023

Liturgia Diária


6 – SÁBADO 

4ª SEMANA DA PÁSCOA


(branco – ofício do dia)



Povo resgatado por Deus, proclamai suas maravilhas: ele vos chamou das trevas à sua luz admirável, aleluia! (1Pd 2,9)


Diante dos obstáculos, cabe ao agente de pastoral manter a coragem e permanecer fiel aos sempre novos apelos do Senhor. A liturgia nos anima a realizar as mesmas obras de Cristo, prestando atenção nos sinais dos tempos.


Evangelho: João 14,7-14


Aleluia, aleluia, aleluia.


Se guardais minha Palavra, diz Jesus, / realmente vós sereis os meus discípulos (Jo 8,31s). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 7“Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. E desde agora o conheceis e o vistes”. 8Disse Filipe: “Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta!” 9Jesus respondeu: “Há tanto tempo estou convosco e não me conheces, Filipe? Quem me viu, viu o Pai. Como é que tu dizes: ‘Mostra-nos o Pai’? 10Não acreditas que eu estou no Pai e o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo, mas é o Pai que, permanecendo em mim, realiza as suas obras. 11Acreditai-me, eu estou no Pai, e o Pai está em mim. Acreditai, ao menos, por causa dessas mesmas obras. 12Em verdade, em verdade vos digo, quem acredita em mim fará as obras que eu faço e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai, 13e o que pedirdes em meu nome, eu o realizarei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. 14Se pedirdes algo em meu nome, eu o realizarei”. – Palavra da salvação.

Fonte https://www.paulus.com.br/


Reflexão - Evangelho: João 14,7-14

«Eu estou no Pai e que o Pai está em mim»


P. Jacques PHILIPPE

(Cordes sur Ciel, França)

Hoje, estamos convidados a reconhecer em Jesus ao Pai que se nos revela. Filipe expressa uma intuição muito justa: «Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta» (Jo, 14, 8). Ver o Pai é descobrir Deus como origem, como vida que brota, como generosidade, como dom que constantemente renova cada coisa. Do que mais precisamos? Procedemos de Deus, e cada homem e, ainda de que não seja consciente, leva o profundo desejo de voltar a Deus, de reencontrar a casa paterna e permanecer ai para sempre. Hei aqui todos os bens que possamos desejar: A vida, a luz, o amor, a paz... São Inácio de Antioquia, que foi mártir no início do século dizia: «Há em mim um água viva que murmura e disse dentro de mim: Vem ao Pai!».


Jesus nos faz entrever a profunda intimidade recíproca que existe entre Ele e o Pai. «Eu estou no Pai e que o Pai está em mim» (Jo 14,11). O que Jesus diz e que faz acha sua fonte no Pai e, o Pai se expressa plenamente em Jesus. Todo o que o Pai deseja nos dizer se encontra nas palavras e nos atos do Filho. Todo o que Ele quer cumprir no nosso favor o cumpre pelo seu Filho. Acreditar no Filho nos permite ter «aceso a Deus» (Ef 2,18).


A fé humilde e fiel em Jesus, a eleição de lhe seguir e lhe obedecer dia trás dia, nos põe em contato misterioso mas real com o mesmo mistério de Deus e, nos faz beneficiários de todas as riquezas de sua benevolência e misericórdia. Esta fé permite ao Pai levar adiante, através de nós, a obra da graça que começou no seu Filho: «Quem crê em mim fará as obras que eu faço» (Jo 14,12).



Pensamentos para o Evangelho de hoje

«Oremos como Deus, nosso mestre, nos ensinou. Pois se como disse fará o que pedimos ao Pai em seu nome, quão mais eficaz não será a nossa oração em nome de Cristo, se rezarmos com as suas próprias palavras?» (S. Cipriano)


«O convite do Senhor para O conhecermos é dirigido a cada um de vós, em qualquer lugar ou circunstancia em que nos encontremos. Basta tomar a decisão de se deixar encontrar por Ele, de o tentar encontrar, todos os dias, sem descanso» (Francisco)


«Toda a vida de Cristo é revelação do Pai: as suas palavras e atos, os seus silêncios e sofrimentos, a maneira de ser e de falar. Jesus pode dizer: Quem Me vê, vê o Pai´ (Jo 14, 9); e o Pai:Este é o meu Filho predileto: escutai-O´ (Lc 9, 35)» (Catecismo da Igreja Católica, nº 516)


Outros comentários

«E o que pedirdes em meu nome, eu o farei»


Rev. D. Iñaki BALLBÉ i Turu

(Terrassa, Barcelona, Espanha)

Hoje, quarto Sábado de Páscoa, a Igreja convida-nos a considerar a importância que tem para um cristão, conhecer Cristo cada vez mais. Com que ferramentas contamos para o fazer? Com diversas e, todas elas, fundamentais: a leitura atenta e meditada do Evangelho; nossa resposta pessoal na oração, esforçando-nos para que seja um verdadeiro diálogo de amor, e não um mero monólogo introspectivo, e o desejo renovado diariamente por descobrir Cristo no nosso próximo mais imediato de nós: um familiar, um amigo, um vizinho que talvez necessite da nossa atenção, do nosso conselho, da nossa amizade.


«Senhor, mostra-nos o Pai», pede Filipe (Jo 14,8). Uma boa petição para que a repitamos durante todo este Sábado. —Senhor, mostra-me o teu rosto. E podemos perguntar-nos: como é o meu comportamento? Os outros, podem ver em mim o reflexo de Cristo? Em que coisa pequena poderia lutar hoje? Aos cristãos nos é necessário descobrir o que há de divino na nossa tarefa diária, a marca de Deus no que nos rodeia. No trabalho, na nossa vida de relação com os outros. E também se estamos doentes: a falta de saúde é um bom momento para nos identificarmos com Cristo que sofre. Como disse Santa Teresa de Jesus, «Se não nos determinarmos a engolir de uma vez a morte e a falta de saúde, nunca faremos nada».


O Senhor no Evangelho assegura-nos: «Se pedirdes algo em meu nome, eu o farei» (Jo 14,13). —Deus é o meu Pai, que vela por mim como um Pai amoroso: não quer para mim nada de mau. Tudo o que passa —tudo o que me passa— é para o bem da minha santificação. Ainda que, com o olhos humanos, não o entendamos. Ainda que não o entendamos nunca. Aquilo —o que quer que seja – Deus o permite. Confiemos nele da mesma maneira que confiou Maria.

Fonte https://evangeli.net/


JESUS E O PAI Jo 14,7-14

HOMILIA


Senhor mostra-nos o Pai, e isso nos basta! Esta foi a preocupação de Filipe no Engelho de hoje e pode ser a de muitos diante de uma situação sem solução humanamente falando. Jesus, no quarto evangelho, fala frequentemente da sua relação com o Pai, da sua união com Ele, pelo fato de ter sido enviado por Ele. Ontem como hoje, os discípulos, agora representados por Filipe, queriam algo mais: uma visão direta do Pai. E então respondendo Jesus Se lhes revela: Eu estou no Pai e o Pai está em mim! Sua essência com o Pai é a mesma. Ele é o eterno Filho de Deus. Nele, por ele e para ele, foram criadas todas as coisas.


Mas esse desejo estava em contradição com aquilo que já nos aparece no prólogo de João: A Deus jamais alguém o viu. O Filho Unigénito, que é Deus e está no seio do Pai, foi Ele quem o deu a conhecer (Jo 1, 18). Mas os discípulos não souberam reconhecer na presença visível do seu Mestre as palavras e as obras do Pai porque, para ver o Pai no Filho, é preciso acreditar na união recíproca que existe entre ambos. Só pela fé se reconhece a mútua imanência entre o Jesus e o Pai. Por isso, a única coisa que havemos de pedir é a fé, esperando confiadamente esse dom. Jesus ao apelar para a fé, apoia os seus ensinamentos em duas razões: a sua autoridade pessoal, tantas vezes experimentada pelos discípulos, e o testemunho das suas obras.


A obra de Jesus, inaugurada pela sua missão de revelador, é apenas um começo. Os discípulos hão-de continuar a sua missão de salvação, farão obras iguais e mesmo superiores às suas. Jesus quer mesmo dar coragem, aos seus e a todos os que hão-de acreditar n´Ele, para que se tornem participantes convictos e decididos na sua própria missão.


Jesus falou muito do Pai. Filipe entusiasmou-se e pediu a Jesus que lhe mostrasse o Pai. Mas o Senhor respondeu-lhe: Quem me vê, vê o Pai. Filipe queria ver o Pai, mas não conseguiu vê-lo em Jesus. Ao contemplar o Mestre ficou pela realidade externa, não conseguindo atingir o interior, a sua realidade íntima, com o olhar penetrante da fé. O verbo «ver», para João, indica duas ordens de realidades: a do sinal visível e o da glória do Verbo.


Eu estou no Pai e o Pai está em mim. Jesus é a revelação de amor, de um amor generoso que quer espalhar-se sem limites, que não tem ciúmes: quem crê em mim também fará as obras que Eu realizo; e fará obras maiores do que estas.


Pai, que eu saiba reconhecer-te na pessoa de Jesus, expressão consumada de teu amor misericordioso por todos os que desejam estar perto de ti.

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

Leia também: LITURGIA DA PALAVRA

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Segunda Leitura

Salmo

Evangelho

Santo do dia

Mensagens de Fé

quarta-feira, 26 de abril de 2023

LITURGIA E HOMILIA DIÁRIA - 27.04.2023

Liturgia Diária


26 – QUARTA-FEIRA 

3ª SEMANA DA PÁSCOA


(branco – ofício do dia)



Que o vosso louvor transborde de minha boca; meus lábios exultarão, cantando de alegria, aleluia! (Sl 70,8.23)


A perseguição aos cristãos força-os a partir para evangelizar outros povos; dá-se, então, o universalismo desejado por Jesus. O Espírito Santo orienta e acompanha os discípulos do Senhor. Deixemo-nos imbuir de autêntico espírito missionário.


Evangelho: João 6,44-51


Aleluia, aleluia, aleluia.


Eu sou o pão vivo descido do céu, / quem deste pão come, sempre há de viver (Jo 6,51). – R.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 44“Ninguém pode vir a mim se o Pai que me enviou não o atrai. E eu o ressuscitarei no último dia. 45Está escrito nos Profetas: ‘Todos serão discípulos de Deus’. Ora, todo aquele que escutou o Pai e por ele foi instruído vem a mim. 46Não que alguém já tenha visto o Pai. Só aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. 47Em verdade, em verdade vos digo, quem crê possui a vida eterna. 48Eu sou o pão da vida. 49Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. 50Eis aqui o pão que desce do céu: quem dele comer nunca morrerá. 51Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”. – Palavra da salvação.

Fonte https://www.paulus.com.br/


Reflexão - Evangelho: João 6,44-51

«Eu sou o pão vivo que desceu do céu»


Rev. D. Pere MONTAGUT i Piquet

(Barcelona, Espanha)

Hoje cantamos ao Senhor de quem recebemos a glória e o triunfo. O Ressuscitado se apresenta perante sua Igreja com aquele «Sou o que sou» que o identifica como fonte de salvação: «Eu sou o pão da vida» (Jo 6,48). Em ação de graça, a comunidade reunida em torno ao Vivente o conhece amorosamente e aceita a instrução de Deus, reconhecida agora como o ensino do Pai. Cristo, imortal e glorioso, nos faz lembrar de novo que o Pai é o autêntico protagonista de tudo. Os que o escutam e nele acreditam, vivem em comunhão com o que vêm de Deus, com o único que o tem visto e, assim, a fé é o começo da vida eterna.


O pão vivo é Jesus. Não é um alimento que assimilemos, senão que pelo contrário nos assimila. Ele nos faz ter fome de Deus, sede de escutar sua Palavra que é gozo e alegria do coração. A Eucaristia é antecipação da glória celestial: «Partimos um mesmo pão, que é remédio de imortalidade, antídoto para não morrer, para viver por sempre em Jesus Cristo» (Santo Inácio de Antioquia). A comunhão com a carne de Cristo ressuscitado nos faz acostumar com tudo aquilo que desce do céu, quer dizer, receber e assumir nossa verdadeira condição: Estamos feitos para Deus e somente Ele sacia plenamente nosso espírito.


Mas esse pão vivo não nos fará viver um dia mais além da morte física, senão que nos foi dado agora «pela vida do mundo» (Jo 6,51). O desígnio do Pai, que não nos criou para morrer, está ligado à fé e ao amor. Quer uma resposta atual, livre e pessoal, a sua iniciativa. Cada vez que comemos esse pão, adentremo-nos no Amor mesmo! Já não vivemos para nós mesmos, já não vivemos no erro. O mundo ainda é precioso porque há quem continua amando-o até o extremo, porque há um Sacrifício do qual se beneficiam até os que o ignoram.


Pensamentos para o Evangelho de hoje

«A participação no corpo e sangue de Cristo nada mais faz senão tornar-nos naquilo que recebemos, e sejamos portadores, no nosso espírito e na nossa carne, d'Aquele em quem e com quem fomos mortos, sepultados e ressuscitados» (S. Leão o Grande)


«Vivamos a Eucaristia num espírito de fé, de oração, de perdão, de penitência, de alegria comunitária, de preocupação com os mais necessitados, na certeza de que o Senhor realizará aquilo que nos prometeu: a vida eterna» (Francisco)


«A Eucaristia é fonte e cume de toda a vida cristã´ (Concilio Vaticano II).Os restantes sacramentos, assim como todos os ministérios eclesiásticos e obras de apostolado, estão vinculados com a sagrada Eucaristia e a ela se ordenam. Com efeito, na santíssima Eucaristia está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, isto é, o próprio Cristo, nossa Páscoa» (Catecismo da Igreja Católica, nº 1324)

Fonte https://evangeli.net/


JESUS É O PÃO DA RECONCILIAÇÃO Jo 6,44-51

HOMILIA


A Palavra pregada por Jesus deve ser recebida, acolhida, comida e ruminada pois ela é Palavra de vida eterna. Assim, a humanidade alimentada pela Palavra viva que é Jesus, com a alegria e a fé nascida do alimento que Deus lhe deu reconhece que Ele é o pão da vida, que lhe conduz à comunhão com o Pai e e por isso lhe dá a vida divina. Por sua vez com alegria e entusiamo deve comprometer-se com ela e anunciá-la aos seus irmãos fazendo com ela uma unica realidade. Pois assim como Jesus e o Pai são um só, assim também a humanidade deve ser uma só com Ele. Este foi, é deverá ser sempre o conteúdo da mensagem de Jesus. É fundamental que nós cristãos lutemos pela unidade en não pela desunião.


Para nós o ditado segundo o qual, “cada um por si Deus por todos”, não tem lugar. Mesmo entre os aqueles que não se conhecem ou são de outras confissões religiosas. Quando você se encontra com os que não são católicos qual tem sido o teu comportamento? De que tem falado ou discutido? Quanto à mim, por exemplo numa dialogo sobre coisas que nos dividem. Mas sim sobre coisas que nos aproximam e unem. Muitas vezes nós nos julgamos os melhores e os sabedores de tudo. Mas nos esquecemos que o nosso Deus também é o Deus daqueles que julguamos ruins.


A mim e a você hoje Jesus volta a ensinar. Mostra-nos que Ele e o Pai estão unidos pelo mesmo amor. A mesma união com o Pai deve acontecer com os discípulos que estão unidos a Jesus. Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrai. Viver em comunão com Deus e entre nós deve ser nosso desejo e nossa missão de cristãos. Fomos feitos para a comunhão de irmãos, jamais para a divisão e separação. Portanto se você estiver vivendo isso, hoje mesmo levante-se vai ter com a pessoa com quem você não fala, com quem você brigou ou discutiu. Vai pedir perdão e reconcilie-se com ela. Este é o pão do qual Jesus redundantemente quer que comamos: Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer desse pão, viverá para sempre. E o pão que eu darei para que o mundo tenha vida é a minha carne.


Estamos diante da continuação do longo discurso sobre o pão, pronunciado após a partilha dos pães com a multidão, na montanha. Um dos aspectos que Jesus vem salientando é que a iniciativa da salvação vem do Pai. Ninguém se faz discípulo de Jesus se não for designado por Deus seu Pai. E todo aquele escuta a sua palavra e procura fazer a vontade daquele que o enviou é introduzido na vida que nunca mais terá fim. Visto que: aqui está o pão que desce do céu; e quem comer desse pão nunca morrerá.


Nos nossos dias alimentar-se de Jesus é ter vida é contemplá-lo e seguir seus passos. No serviço, na fraternidade e na solidariedade social, na busca da justiça e da paz, entra-se em comunhão de vida eterna com Jesus.


Deixemo-nos tocar pelo convite que Jesus. Vinde convidados do meu Pai, a mesa está posta vinde. Participemos plena, consciente e ativamente; comamos e bebamos o corpo e o sangue de Jesus. Repito esta mesa é a mesa da compreensão, do diálogo, do perdão, da reconciliação. Ninguém se deve aproximar dela se não perdoar de todo o coração a seu irmão, irmã, marido, esposa, esposo, filhos, colegas amigos e até os seus inimigos. Mas padre, o que ele me fez foi muito duro e dolorido. Sinto as feridas até agora. Eu lhe respondo “busque em primeiro lugar o Reino dos céu e a sua justiça e o resto lhe será dado por acrescimo”! É Jesus quem está dizendo isso pra você meu irmão e minha irmã. Corra atraz daquilo que vo chama de prejuízo. Deus é maior, Ele pode tudo! Alias o verdadeiro cristão não deve ser inimigos e a ninguém deve ter dívida senão a dívida do amor!

Fonte https://homilia.cancaonova.com/

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